Subscribe:

Ads 468x60px

.

NOSSO NATAL TEM BRASIL

A população começa a ser indenizada!


     Quando fizer diferença nos cofres públicos, nas contas das secretarias de educação das prefeituras e dos governos estaduais, os governantes saberão dar a devida atenção à educação pública.
Notícia veiculada pela Radio Justiça(DF)  mostrou o seguinte:

     Colégio em Ceilândia (DF) terá que indenizar aluno por não oferecer ensino adequado.
     Colégio Tiradentes em Ceilândia, no Distrito Federal, é condenado e vai pagar uma indenização de R$ 15.000,00 a um aluno por danos morais por não oferecer um ensino adequado. O estudante diagnosticado com déficit de atenção foi convidado pela diretora da escola a procurar outro colégio. De acordo com a ação, em 2006 o autor foi diagnosticado com transtorno de déficit de atenção, hiperatividade.
     Em decorrência da doença observou-se que houve prejuízos em seu rendimento escolar. Para tanto, os pais do aluno solicitaram um modelo pedagógico diferenciado o que não foi empregado adequadamente pelo colégio, em contrapartida, em solicitação, no ano de 2009, a pedagoga da instituição de ensino sugeriu ao pai do autor que procurasse outra escola em conduta descrita, como proibição da renovação da matrícula sob argumento que o Colégio Tiradentes não teria condições técnicas e recursos humanos para continuar o ensino ao estudante.
     Citado, o colégio sustentou ter aplicado o tratamento adequado ao aluno. Para o magistrado é evidente que o estudante acometido de doença capaz de dificultar o aprendizado possui o direito a um tratamento diferenciado como forma de assegurar o pleno desenvolvimento.

De Brasília, Artur Filho, em 20 de dezembro de 2011.

Fim do 13º já foi aprovado na Câmara - falta o Senado


 

Enquanto a gente se distrai com Olimpíadas e Copa do Mundo, o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe.....vejam essa:
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB )
Para conhecimento, o fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
Provavelmente será votado após as eleições, é claro....
A maioria dos deputados federais que estão neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença de Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo de todo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil. Por favor, repassem para o maior número de pessoas possíveis, afinal eles são candidatos fortes nas próximas eleições:
01-    INOCÊNCIO OLIVEIRA - PFL
02-    JOEL DE HOLLANDA – PFL
03-    JOSÉ MENDONÇA BEZERRA – PFL
04-    OSVALDO COELHO - PFL
05-    ARMANDO MONTEIRO - PMDB
06-    SALATIEL CARVALHO - PMDB
07-    PEDRO CORRÊA - PPB
08-    RICARDO FIÚZA - PPB
09-    SEVERINO CAVALCANTE - PPB
10-    CLEMENTINO COELHO - PPS
11-    CARLOS BATATA - PSDB
12-    JOÃO COLAÇO - PSDB
13-    JOSÉ MÚCIO MONTEIRO – PSDB

DIVULGUEM!!!

Barbosa & Boneli - advogados associados
OAB/SC 1.008/2005
 Rua Conselheiro Mafra, n.º 142, Centro de Tubarão/SC, CEP 88.701-410
Fones: (48) 3052-2020

Rapper Preto Wiil sofre racismo na estação do metrô Campo Limpo SP



O rapper e ativisita cultural Preto Will, do grupo Versão Popular e membro da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) foi vítima de uma agressão física no final da tarde no metrô Campo Limpo – SP. 
Quando recebemos a notícia que o rapper Preto Will, do grupo Versão Popular, e poeta da Cooperifa, sofreu uma agressão – sem sentido tal qual toda intolerância -, no metrô Campo Limpo na Zona sul paulista, muitas agressões diárias, seja ela física ou simbólica, devem ser lembradas e instigar em nós o sentimento de indignação e revolta.
Em 1° de dezembro de 1955, Rosa Sparks resolveu não ceder o seu lugar em um ônibus para um branco. São 56 anos do fato e é triste constatar que coisas semelhantes ainda acontecem. Obviamente em outro contexto, outra realidade, antes que muitos achem absurda a comparação e vejam nestas diferenças que temos de época motivos para se calarem.
Preto Will foi agredido no metrô Campo Limpo pelos seguranças, que o estavam encarando. Ele foi agarrado pelo colarinho e pelas costas com uma gravata e levado para fora da estação. O segurança ainda disse que se ele quisesse que pegasse o ônibus, pois de metrô ele não iria. Ele passou pelo hospital e está bem. Após ter passado dez dias ininterruptos promovendo a cultura, a arte da periferia com a realização da 4° Mostra Cooperifa, isso acontece.
Um caso entre muitos que acontecem cotidianamente e ficam apagados e passam despercebidos por muitos motivos. Preto Will é nosso amigo, militante da cultura negra, da cultura periférica, e canta a favor desta periferia e suas famílias. Pelo James Bantu que também foi humilhado em uma agência no Banco do Brasil ainda este ano.  Por muitos os casos.  Segue a pergunta: até quando a cor da pele pagará o preço pelo seu valor?


Que estes seguranças passem por constrangimentos públicos e paguem o que a justiça lhes preparar. E que atitudes de racismo sejam denunciadas nas ruas, nas redes sociais, em todo e qualquer lugar, pois este mau se fortalece quando nos calamos e cruzamos os braços, fingindo não ser comigo ou com você. Racismo é doença e precisa ser combatido.
Neste momento, ele está no Hospital do Campo Limpo fazendo o exame de corpo de delito. Há algumas escoriações pelo corpo do músico.
Assim que for liberado, ele deve retornar a 37ª Delegacia de Polícia no Campo Limpo, onde deverá prestar mais depoimentos.
Ativistas culturais de todo país estão mobilizados para exigir retratação diante do caso. Uma mobilização, pelo twitter, já começou, com a disseminação da hashtag #RacismonoMetrôCampoLimpo.

Fonte: http://www.rapnacional.com.br

Gigantes de Aço "REAL STEEL"


O filme apresenta a história de um ex-lutador de boxe no ano 2020 que utiliza robôs nos ringues, pois nesse período a luta profissional com seres humanos já havia sido proibida devido a violência mortal praticada nos ringues.
Com um pouco de romance, aventura, humor e muita emoção, o filme concentra cenas que consegue prender a atenção do espectador do início ao fim, além de arrancar vibrações, torcidas, palmas e palavras de incentivo de homens, mulheres e crianças na sala do cinema.
Com um enredo espetacular envolvendo a relação entre pai, filho e um robô a história revela o poder da tecnologia e deixa a incógnita da autonomia da cibernética na interação com os seres humanos.
Nesse universo os jogadores são indivíduos viciados em videogame e com seus robôs movimentam o comércio das lutas com apostas que envolvem pessoas de todas as camadas sociais.
A trilha sonora é embalada ao som do Hip Hop, com coreografias ensaiadas que contagiam e empolgam o público.
Ressalto também que nos exemplos de lutadores o Brasil é citado como referência de campeões e modalidades de lutas.
Os robôs Zeus e Atom contracenam na luta final e mais emocionante do filme, cujo desenrolar não contarei para não estragar a surpresa.
Após assistir ao filme posso recomendá-lo e repito, é espetacular e emocionante.

Salve o 15 de Outubro!


Memórias de uma Professora

Nos últimos dias recebi várias mensagens, gifs e Power points destacando a nobre missão do educador e sua importância para a evolução da humanidade, pura poesia. Ontem, dia 14 assisti a transmissão de uma sessão solene realizada pela câmara dos deputados, uma homenagem com o clipe “ao mestre com carinho” e a enquanto me dirigia para a faculdade para a nobre tarefa diária de lecionar, refletia sobre a minha importância como educadora, e lembrava-me daquelas que contribuíram para o fortalecimento da paixão que tenho pela educação, inclusive minha mãe, aposentada na atividade de lecionar, mas não de educar, porque essa ação exercida por dias, semanas, meses e anos a fio fica impregnada na alma.
Lamentavelmente, essa profissão como outras se tornou uma ação que põe a vida do educador em risco, não bastando a desvalorização financeira, as limitações de espaço, equipamentos e recursos pedagógicos, travamos uma luta para com a violência praticada pelos nossos alunos.
Ao chegar à faculdade encontrei um colega que revelou que estava travando uma luta contra o sono, há dias que mal dormia para trabalhar corrigindo trabalhos, e conversamos sobre o merecido descanso oportunizado pelo dia do professor, ah! o esperado dia do professor, e ele me respondeu que nada, pois estaria a serviço de outro chefe, porque são tantas escolas e empregos, tantos chefes que vivemos num regime de tribo, e o pior é que nos dias atuais são várias tribos. Rimos diante da comédia, lamentamos a desvalorização e cada um seguiu para a sua sala de aula, o espaço privilegiado de formação e transformação porque ousamos continuar acreditando no ser humano. Somos bons e podemos ser melhores.

12 de outubro – Um bom dia para refletir sobre a infância

Imagem retirada da internet
Aproximam-se as comemorações referentes ao dia 12 de outubro, dia da Padroeira oficial do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, dia do descobrimento da América, mais uma falácia histórica, e dia das crianças.
A partir desse texto vou dividir com vocês algumas reflexões sobre o respeito à criança, significativo para um país que possui uma imensa população de crianças com diferentes origens, situações sociais, econômicas e culturais.
Lamentavelmente nossas cidades, especialmente as do interior, ainda são pensadas para os adultos, seguindo padrões e modelos de referência, o adulto sem deficiência, saudável, produtivo, e claro aquele que é consumista e atende satisfatoriamente ao modelo capitalista.
Mas onde estão as crianças em nossas cidades se praticamente não encontrarmos espaços públicos e até privados pensados elas e que possibilitem o exercício do direito de viver à infância.  Afinal, ser criança não garante ter infância, e além de política de atendimento a este público, são necessárias acima de tudo, as condições materiais.
Se o brincar é uma etapa fundamental para a construção da infância, onde estão os espaços de brincadeiras e lazer para as crianças? Nas praças cheias de concreto? Nos parques que não existem? Nos campos de futebol cercados, de propriedade privada ou com bilheterias? Nas escolas que não possuem sequer salas de aulas para atender a demanda? Talvez soltando pipa nas ruas cheias de fios elétricos ou talvez andando de bicicleta dividindo espaço com a intensa movimentação de carros e motos.
É um imenso desafio encontrarmos algum local que nos aponte o respeito para com a infância em nossas cidades tomadas pelos automóveis, pelo concreto e pelo capitalismo.



Brasil: Uma história de escravidão e resistência

 Imagem retirada da internet
Os registros da história do Brasil são marcados pela prática da exploração, mas também de resistência, iniciados no século XVI quando nos tornamos colônia de Portugal.

A produção que se desenvolveu largamente na colônia portuguesa inicialmente foi a produção da cana-de-açúcar que durante muito tempo serviu de base econômica da colonização em nosso país, mas apresentava também a problemática da mão-de-obra, que teve como solução inicial a escravização dos guerreiros Tupis, mas por conhecerem bem a região foram maciças as fugas e os contra-ataques aos portugueses, fato que levou a Coroa a empregar outro mecanismo pára adquirir a mão-de-obra para a produção canavieira.
A solução para essa problemática conhecemos bem, a comercialização do escravismo dos negros africanos que apresentou conveniências econômicas para a burguesia branca, uma vez que  a mercadoria humana foi facilitada pelos constantes conflitos entre africanos. Para dar sustentabilidade e justificar o escravismo em território brasileiro, foi criada a ideologia branca de que a pele e aparência física dos negros eram sinais naturais de inferioridade. Vale ressaltar que culturalmente esse modelo racista é alimentado em nosso País até os dias atuais.
Justificado também pela Igreja Católica, o escravismo na América está ligado a preconceitos racistas se diferenciando do escravismo praticado na Antiguidade.
Esse movimento de tráfico humano esteve sempre assentado em bases empresariais cujo planejamento previa critérios de seleção, variação étnica e rupturas, técnicas como isolar, dominar, desterritorializar. Este modelo consolidou a desvalorização racista do trabalho e dos trabalhadores muito comum em nossa sociedade brasileira até os dias atuais.
Mas esse trabalho escravista deu sustentabilidade a dinâmica social da violência, máxima exploração, gastos concentrados na coerção, disciplina e produção acima de tudo, que além das marcas físicas gerou a violência simbólica do domínio e persuasão no campo do imaginário e mentalidade coletiva de inferiorização do negro e forjando um identidade de modelo senhorial-branca.
Felizmente, esse modelo testemunhou a resistência brasileira ao sistema escravista e à opressão senhorial-branca e nós conhecemos bem o movimento contra-hegemônico que teve o Quilombo dos Palmares como ícone de reconstrução de uma identidade cultural e étnica.
Com a ilegalidade da escravidão temos a primeira etapa do processo de busca de liberdade concluída, resta-nos continuar a luta por dignidade e igualdade de oportunidade, afinal falta a etapa seguinte que é, reforma agrária, distribuição de renda igualitária, acesso à educação e à saúde de qualidade.

A CAPOEIRA COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO


As aulas de capoeira, normalmente obedecem a uma seqüência de atividades que se inicia com o aquecimento, em seguida, treinamento de golpes, depois, treinamento em dupla, e conclui, às vezes, com uma breve roda.
Contudo, os elementos da capoeira transcendem o campo da arte e do jogo, e pode adquirir uma especificidade enquanto espaço de formação através de seus cânticos, movimentos, relatos e histórias.
Para ser um bom capoeirista o sujeito precisa desenvolver as qualidades físicas, técnicas, psicológicas, bem como a musicalidade e adquirir um bom conhecimento teórico.
No processo de formação cabe ao professor possibilitar ao capoeirista o desenvolvimento de habilidades que envolvam:
·qualidades físicas gerais
·qualidadesfísicas específicas
·a técnica
·a musicalidade
·a teoria
·a ética
·a identidade

A CAPOEIRA NAS ESCOLAS
Em 2007, a Secretaria Municipal de Educação de União dos Palmares, através do Núcleo de Identidade Étnico-Racial - NIER, implantou a capoeira nas escolas da rede municipal, enquanto espaço de formação.

As atividades ocorreram em horário curricular complementar, nas dependências das instituições de ensino, bem como, no Espaço Cultural Acotirene.

Esse processo era planejado, acompanhado e avaliado mediante uma coordenação pedagógica propiciando uma formação específica para os instrutores baseado em princípios e fundamentos educacionais e culturais.

Essa atividade assumiu proporções jamais testemunhadas no município atendendo a 21 escolas situadas na zona urbana e rural, chegando a atender 814 alunos.

Cultura

Teste sua participação!
 Faça o teste e descubra como anda sua participação nos eventos culturais.

1.  Você participou de um show de música.
a)    No último mês
b)    Nos últimos seis meses
c)    No último ano

2.  Pense em seis estilos de música que você conhece.
a)    Conseguiu lembrar seis estilos
b)    Conseguiu lembrar três estilos
c)    Só lembrou de dois ou um estilo

3.  Quando foi a última vez que assistiu a uma peça teatral?
a)    No último mês
b)    Nos últimos seis meses
c)    No último ano

4.  Você acha importante os pais levarem seus filhos a apresentações culturais?
a)    Sim
b)    Talvez
c)    Não

5.  Para você, a participação nos eventos da cultura palmarina é uma forma de preservá-la?
a)    Sim
b)    Talvez
c)    Não

Para consultar o resultado, atribua para cada letra A marcada (10 pontos), para cada letra B (05 pontos), para cada letra C (01 ponto).
Resultado:
·         De 30 a 50 pontos. Parabéns! Você é um grande apreciador e incentivador da cultura produzida em seu município.
·         De 29 a 10 pontos. Precisa participar e conhecer melhor sua cultura. Lembre-se que a cultura é a alma de um povo.
·         De 09 a 01 ponto. Cuidado! O não conhecimento e a não participação podem destruir grupos que permanecem vivos com a motivação de estarem preservando além das tradições culturais a própria identidade de brasileiro e palmarino.

Adaptado de COSTA, A. L. M...[ET AL.] Coleção Cidadania Permanente. Recife: Bagaço, 2004.

A Meditação Transcendental

Paz interior, comunhão com a natureza, crescimento pessoal, tranqüilidade, são palavras muito utilizadas por pessoas adeptas de atividades de meditação, e até por aquelas que embora não pratiquem tal atividade, anseiam algum dia fazer parte do grupo dos que buscam a serenidade.
Recentemente assisti a um depoimento do ator Wagner Moura relatando sobre o seu envolvimento com a meditação transcendental (http://www.meditacaotranscendental.com.br) e como a atividade tem ajudado a melhorar sua vida pessoal e profissional. A meditação é, sem dúvida, um mecanismo eficaz a favor do equilíbrio, porque até então nunca ouvi depoimentos contra qualquer forma de meditação, pois visa a utilização do poder da mente como mola propulsora para uma vida mais saudável e equilibrada, harmonizada com o mundo que está a cada dia demonstrando novas formas de caos.
Transcender o caos, vislumbrar o íntimo, identificar o potencial energético de cada um, resolver os problemas do dia-a-dia com serenidade não deve ser fácil, porque como em qualquer outra atividade, a prática da meditação requer disciplina, vontade, orientação e exercício, ou seja, a atividade mental requer uma parcela de atividade física, e neste momento lembro-me de uma célebre frase de Albert Einstein “Sucesso e genialidade, são 10% de inspiração e 90% de transpiração”, que nos faz acreditar que a inspiração é também alcançada por meio do trabalho e da prática, eu acrescentaria ainda, intencionalidade, que é a motivação indispensável a ação exitosa.
Ou seja, inspiração, transpiração e intencionalidade proporcionam o campo propício a uma boa meditação, embalado por uma boa música relaxante, e particularmente gosto muito das músicas instrumentais orientais que utilizam flautas de bambu.
Sobre a meditação transcendental falo pela experiência, pois há alguns anos tive a oportunidade de praticar o Hiep Tai Chi e conhecer um pouco dos fundamentos da meditação com Mestre Ferreira, o Mestre Garça, (http://mestregarca.blogspot.com/) em busca da serenidade. A experiência é esplêndida e mais impressionante é a possibilidade de releitura da vida, isso me lembra outra fase de Einstein “A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original”.
Hoje felizmente temos acesso com facilidade ao conhecimento sobre a prática da meditação (http://www.youtube.com/watch?v=UHjh06iyUK8&feature=player_embedded#!), bem como a orientação de mestres, auxílio de vídeos, além de academias e templos para orientar os interessados, porque é surpreendente o poder de nossa mente, a capacidade humana de ampliar o olhar e enxergar o que muitas vezes é invisível aos olhos.
E como sempre diz o Mestre Garça “O silêncio é o remédio e o vazio é a cura”.
            Boa meditação a todos!

Histórias Bordadas





 
A exposição “Histórias Bordadas” – Projeto Fábrica de Criatividade teve início dia 14/09/2011, na área de convivência SESC POÇO.
O trabalho conta com a participação do grupo de bordado do Trabalho Social com Idosos do TSI_SESC AL e grupo Nós do Bordado e estará aberta a visitação às quartas-feiras do mês de setembro, dias 14, 21 e 28, das 14 h às 17 h.
Diante das produções é impossível não se deslumbrar com a beleza da arte produzida pelas mãos femininas que se manifestam de todas as formas, bordados com figuras geométricas, desenhos, auto-retratos, palavras e poemas. Por meio de costuras e alinhavos, essas talentosas mulheres vão ponto a ponto tecendo a auto-estima por meio da arte e expressão da memória.

Entrada franca.
Mais informações:
(82) 2123-2415